
Elizabeth Taylor media cerca de 1,57 m, uma informação confirmada por várias fontes biográficas. Nascida em 27 de fevereiro de 1932 em Hampstead Garden Suburb, nos subúrbios de Londres, essa atriz naturalizada americana atravessou quase oito décadas de uma vida pública onde cada detalhe físico e sentimental foi escrutinado pela imprensa mundial.
Elizabeth Taylor e a gestão de sua imagem corporal no cinema
A altura modesta de Elizabeth Taylor nunca foi um impedimento em Hollywood. Os estúdios, a MGM à frente, entenderam desde cedo como enquadrar e vestir a atriz para projetar uma presença muito mais imponente do que suas medidas reais.
Um exemplo revelador diz respeito ao filme Suddenly, Last Summer (1959), onde Taylor usa um maiô de uma peça cuidadosamente escolhido. Este traje, projetado para valorizar sua silhueta enquanto respeitava as normas de censura hollywoodianas da época, ajudou a glamourizar essa vestimenta na tela. Para saber quanto media Elizabeth Taylor segundo Chez Clara, os dados convergem todos para essa estatura de um metro e cinquenta e sete que nunca a impediu de dominar cada cena.
Suas variações de peso foram, por outro lado, documentadas ao longo de várias décadas. A atriz experimentou flutuações notáveis, ligadas a problemas de saúde recorrentes, múltiplas hospitalizações e períodos de convalescença. Essas mudanças físicas, longe de serem anedóticas, alimentaram uma cobertura midiática permanente que mesclava fascínio e crueldade.

Oito casamentos de Elizabeth Taylor: cronologia e lógica sentimental
Elizabeth Taylor foi casada oito vezes com sete homens diferentes. Richard Burton é o único que ela casou duas vezes. Essa série de uniões, espalhada ao longo de várias décadas, não é fruto de capricho. Ela desenha um percurso onde cada casamento correspondia a uma fase precisa de sua vida profissional e pessoal.
Seus maridos sucessivos apresentavam perfis muito variados:
- Conrad Hilton Jr., herdeiro da rede hoteleira, casado quando Taylor tinha apenas dezoito anos. A união durou menos de um ano.
- Michael Wilding, ator britânico vinte anos mais velho, que representava uma forma de estabilidade após um primeiro casamento tumultuado.
- Mike Todd, produtor flamboyant, cuja morte em um acidente de avião pôs fim abruptamente ao que Taylor descrevia como um de seus casamentos mais felizes.
- Eddie Fisher, cantor popular, deixado por Richard Burton em um escândalo que abalou Hollywood no início dos anos 1960.
- Richard Burton (dois casamentos), ator galês com quem ela formou o casal mais midiático de sua época.
- John Warner, senador da Virgínia, que a afastou temporariamente do cinema.
- Larry Fortensky, operário da construção, conhecido em uma clínica de desintoxicação.
Este último casamento, celebrado no rancho Neverland de Michael Jackson, ilustra o quanto Taylor evoluía em círculos ao mesmo tempo improváveis e coerentes com sua personalidade.
O casal Taylor-Burton: uma paixão em duas ocasiões
Os dois casamentos com Richard Burton concentram a atenção midiática e biográfica. Seu relacionamento, nascido durante as filmagens de Cleópatra em 1963, provocou um terremoto na imprensa internacional. Taylor é então a primeira atriz a negociar um salário de um milhão de dólares por este filme, o que reforça ainda mais o fascínio do público.
Seu primeiro casamento durou cerca de dez anos. O segundo, mais breve, terminou em menos de um ano. Entre as duas uniões, Burton e Taylor nunca deixaram de se encontrar. Esse padrão de separação e reencontro, documentado pela imprensa da época, definiu uma forma de relacionamento amoroso público que não tinha precedentes em Hollywood.
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Joias e guarda-roupa de Elizabeth Taylor: um legado que ultrapassa o cinema
A vida amorosa de Taylor é indissociável de suas joias. Várias peças importantes de sua coleção provinham diretamente de seus maridos, Richard Burton à frente. Esses presentes, muitas vezes diamantes ou esmeraldas de tamanho excepcional, adquiriram um valor simbólico tanto quanto comercial.
Após sua morte em 2011, leilões confirmaram esse valor. Uma bolsa Fendi Baguette que lhe pertenceu, avaliada em 3.000 dólares, foi vendida por 21.590 dólares na Christie’s. Esse tipo de discrepância entre a estimativa e o preço final traduz a persistência de sua aura muito além do círculo cinematográfico.
Taylor Swift ajudou a reavivar esse legado ao usar publicamente uma joia lendária associada a Elizabeth Taylor, um gesto que inscreve a atriz em uma continuidade cultural viva. A influência de Taylor na moda e no luxo permanece mensurável décadas após sua morte.
Saúde e dependências: o fio condutor por trás das separações
As hospitalizações repetidas de Elizabeth Taylor desempenharam um papel direto em várias de suas separações. Problemas crônicos nas costas, múltiplas intervenções cirúrgicas, dependências de analgésicos: esses episódios pesaram sobre cada uma de suas uniões.
Seu encontro com Larry Fortensky em uma clínica de desintoxicação, no início dos anos 1990, mostra que Taylor nunca dissociou sua vida sentimental de suas lutas pessoais. Ela também foi uma das primeiras personalidades de Hollywood a se engajar publicamente na luta contra a AIDS, transformando sua notoriedade em um alavanca de ação sanitária.
Elizabeth Taylor faleceu em 23 de março de 2011 em Los Angeles, aos 79 anos. Seus oito casamentos, sua silhueta escrutinada e seus compromissos formam um retrato onde nada foi banal, incluindo a maneira como cada detalhe físico ou sentimental foi tornado público, discutido e, em seguida, transformado em lenda.